O que Salvador Dali fazia para acordar mais criativo?



Muitos de nós crescemos ouvindo grandes nomes da arte, tais como: Cândido Portinari, Vincent Van Gogh, Leonardo da Vinci entre tantos gênios. Porém um nome sempre me intrigava: Salvador Dali. Olhando para as suas obras podemos imaginar que ele fazia uso de drogas ou que tomava algumas doses de tequila antes de pintar. Ele desmentia, uma vez disse: “Eu não uso drogas. Eu sou as drogas”.


Então como ele pintava situações completamente inusitadas? Da onde tirava inspiração para acessar esse lado tão lúdico? Dalí tinha alguns truques para tornar-se mais criativo e neste artigo quero partilhar com vocês. (Se você ler até o fim terá mais uma dica infalível...)


Truque 1: Dali envolvia um prato de alumínio e uma colher e sentava-se em uma cadeira segurando a colher acima do prato e cochilava lentamente. Quando caía no sono, a colher caía no prato, fazendo um barulho alto a ponto de acordar em tempo de desenhar as imagens surreais que via em seus sonhos.


Truque 2: O artista ficava de cabeça para baixo até quase desmaiar (não tente fazer isso em casa rs), permitindo-se entrar em um estado de semi-lucidez. Sua técnica mais famosa foi chamada de “Método Paranóico-Crítico”, que consiste em criar um estado paranóico auto-induzido, o que o permitia desenhar relações irracionais entre objetos não conectados e traçar a paisagem de seu próprio subconsciente.


O meu objetivo não é fazer com que você realize esses feitos um tanto bizarros de Salvador Dali, mas sim, que perceba a enorme conexão dos seus pensamentos com a criatividade. Como seria lembrar dos seus sonhos mais criativos e passar para o papel? Qual seria a sensação de ter diversas ideias sem o menor esforço?


Longe de ter as habilidades surrealistas deste pintor, mas, possuo uma empresa de marketing, a Prospecto Marketing e, tenho diversos clientes de vários segmentos. Haja criatividade! Gosto de um hábito que realizo a mais de 5 anos e que traz resultado para o meu trabalho. Já que você chegou até aqui, acho justo partilhar. Vamos lá!


Coloque uma música instrumental em um fone de ouvido (recomendo música de meditação e espiritualidade), sente-se em uma posição completamente confortável. Coloque um despertador para tocar em 10 minutos. Feche os olhos e respire profundamente três vezes, relaxe. Deixe o som da música acessar suas emoções. Nesse estado de introspecção procure deixar o seu inconsciente falar por si. Imagine, crie, sinta tudo que o seu cérebro mostrar. Quando o despertador tocar, abra os seus olhos e comece a escrever imediatamente tudo que vier em sua mente. Tudo. Não descarte nada. Muito provavelmente uma grande ideia surgirá.


Gosto de uma frase que diz: “Sua mente desacelera. Você vê uma tremenda expansão no momento. Você vê muito mais do que poderia ver antes. É uma disciplina que você tem que praticar.” - Steve Jobs


É um hábito que traz diversos benefícios. Se não funcionar na primeira vez, não desista de praticar. Procure realizar mais vezes. Sempre… Mesmo quando não precisar acessar o seu lado criativo.


O psicólogo Jeremy Dean, Autor do livro Making Habits, Breaking Habits: Why We Do Things, Why We Don't, and How to Make Any Change Stick, diz que leva em média 66 dias para que alguém adquira um novo hábito. Aprendemos no Coaching que são 21 dias. Ou seja, esse número é uma média e ele varia bastante de indivíduo para indivíduo e, claro, dependendo do hábitos. Beber um copo de água depois do café da manhã demorou cerca de 20 dias para se transformar em hábito. Exercitar-se levou 84 dias para virar hábito para um dos participantes de um estudo.


Acredito que o hábito que cito aqui é simples e vai levar menos tempo do que imagina para virar um hábito! Aceita o desafio?

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© 2019 por Eduardo Campelo