Como baixar a pressão arterial com a ajuda de alimentos!



*POSTADO ORIGINALMENTE NO BLOG DA ACADEMIA PLANET VILA MARIANA


O sal ainda é o vilão quando o assunto é pressão arterial. A Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu um consumo de 5 gramas de sal por dia, enquanto nós ingerimos em média 12 gramas, é mais que o dobro, por isso no post de hoje vamos falar de alimentos que auxiliam na diminuição da pressão arterial!

A cada dois minutos morre uma pessoa em decorrência de pressão alta no Brasil. Por trás do número alarmante, muitas vezes se esconde a hipertensão, um problema para lá de traiçoeiro, que pode permanecer anos sem dar sinais da sua existência.

Detectada precocemente, a hipertensão não exige medidas drásticas. Muito pelo contrário: elas podem ser saborosas, diversas pesquisas recentes têm comprovado que relacionar certos alimentos e atividade física regular diminui o risco de hipertensão. Para te ajudar nessa empreitada separamos 5 alimentos que vão garantir que essa nova dieta seja bem menos árdua!


1. Suco de beterraba

Em estudos anteriores, cientistas da Universidade Queen Mary, no Reino Unido, demonstraram que o suco de beterraba conseguiu derrubar a pressão arterial em indivíduos que não sofriam com hipertensão. Ao realizarem as pesquisas em hipertensos, notaram que o benefício é até mais expressivo. Dos 15 pacientes que participaram desta nova análise, aqueles que tomaram 250 mililitros de suco de beterraba viram a pressão sistólica despencar cerca de 10 mmHg. Isso significa que, se uma pessoa tem pressão de 140 por 90 mmHg, ao tomar o refresco a medida cairia para 130 por 90 mmHg.

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2. Chocolate

Uma revisão de 20 trabalhos científicos, com mais de 800 participantes, concluiu que o doce contendo de 50 a 85% de cacau faz a pressão cair cerca de 3 mmHg. Basta se deliciar com um quadrado ou, no máximo, uma barrinha. “Os flavonoides do cacau propiciam a formação de óxido nítrico, que, por sua vez, relaxa os vasos sanguíneos”, descreve Karin Reid, diretora de pesquisa do Instituto Nacional de Medicina Integrativa, em Melbourne, na Austrália. Quem não gosta de chocolate né!

3. Uva-passa

Vem do Centro de Pesquisa em Aterosclerose e Metabolismo de Louisville, nos Estados Unidos, um experimento que associou a ingestão de passas a uma redução na pressão de pessoas pré-hipertensas. “Isso talvez seja mérito dos polifenóis, antioxidantes detectados na casca do alimento”, supõe Heno Lopes.

Em análise na também americana Universidade de Connecticut, a uva natural, sem ser desidratada, se mostrou igualmente benéfica. “Demos aos voluntários dois copos da fruta fresca por dia”, conta Jacqueline Barona, cientista de alimentos da instituição.

É importante deixar claro que a fruta in natura tem mais água do que as passas. As uvas passas são menores, o que pode culminar em um consumo maior. O perigo é que em 100 gramas há 270 calorias. Moral da história: pare na segunda colher de sopa.

4. Leguminosas

Experts da Universidade de Toronto, no Canadá, recrutaram portadores de diabete do tipo 2 para comer uma xícara diária de leguminosas, a exemplo do feijão. Ou seja, nenhum sacrifício. Surpreendentemente, a intervenção não só melhorou os níveis de açúcar correndo pelo sangue como também aliviou as artérias tensionadas.

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“O feijão possui baixo índice glicêmico, prevenindo os picos de glicose. Com isso, também fica mais fácil controlar a pressão”, raciocina Camila Torreglosa, nutricionista do Hospital do Coração, na capital paulista.

5. Chá-verde

De fato, a bebida, abastecida de polifenóis, é aliada contra a hipertensão. A prova está na tese de doutorado de Lívia Nogueira, apresentada no programa de pós-graduação de Fisiopatologia Clínica e Experimental da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Depois de dar três cápsulas do extrato, o equivalente a três xícaras de chá, a mulheres quase hipertensas todos os dias, por quatro semanas, ela observou uma baixa significativa na pressão arterial.

“O ponto positivo é que o chá tem poucas calorias”, analisa Antônio Felipe Sanjuliani, coordenador da disciplina e orientador do trabalho. Só que goles em demasia podem ser tóxicos para o fígado. Logo, nada de trocar xícaras por jarras.

Quem é muito sensível à cafeína, outra substância do chá-verde, deve recusá-lo à noite para não ter o sono prejudicado. Tem mais: evite bebê-lo muito perto das grandes refeições, pois ele atrapalha a absorção de ferro. Por fim, para garantir o total aproveitamento dos compostos bioativos, consuma após o preparo, quente ou gelado.

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© 2019 por Eduardo Campelo