C-Levels - Uma Sopa de Letrinha!




Os C-Levels são muito mais do que supervisores ou gerentes, os profissionais que ocupam essas posições têm atuação altamente estratégica e gerenciam setores inteiros, geralmente com métricas muito bem estabelecidas, respondendo aos sócios das organizações.


Sempre que uma empresa cresce, existem alguns passos naturais que indicam tanto o progresso conquistado quanto o que precisa ser feito a seguir para crescer e evoluir mais, a fim de manter o ritmo de expansão.


Entre esses passos, está a formação de uma estrutura executiva de gestão, conhecida como C-Level, que é responsável por levar o negócio a um novo patamar.


Muitos empreendedores se intitulam CEO, CMO e afins apenas pelo glamour que cerca o mundo das startups. Na prática, a posição  —  assim como qualquer função executiva  —  exige muita capacitação.


Afinal, quem são os C-Levels, quais são os principais desafios desses profissionais e quando é a hora certa de estabelecer uma hierarquia executiva na empresa?


É isso que vamos ver agora!


O que significa ser um profissional C-Level?


O sonho de todo profissional é se tornar um C-Level porém muitos não sabem os atributos necessários para se tonar um executivo de sucesso, e aqui vou deixar uma noticia ruim para você que está inciando sua carreira.


Na maioria dos casos, são os fundadores das empresa que se responsabilizam por assumir algum papel C-Level na organização.


Antes de se apressar para se chamar de CEO, CMO ou ocupar qualquer outro cargo C-Level, é preciso entender o que está envolvido no papel, de forma prática.


Caso contrário, você e seus sócios  —  ou colaboradores de nível gerencial  —  correm o sério risco de assumir uma responsabilidade alta demais sem estar preparados e colocar o futuro da empresa em risco.


Quais são os principais cargos C-Level de uma empresa?


CEO  —  Chief Executive Officer: É a posição mais alta da empresa. O CEO é responsável por manter todos unidos na busca pela mesma visão para o negócio e criar um plano de ação executável para torná-la realidade. É também do CEO a responsabilidade de levantar capital para expandir as operações e guiar o desenvolvimento de talentos, garantindo que o time mantenha não apenas a qualidade técnica, mas também o “fit” de cultura e os valores enquanto cresce.


CFO  —  Chief Financial Officer: Não adianta ter a melhor visão de negócio e profissionais capacitados para executá-la se as finanças não estiverem em dia. O CFO, diretor financeiro, é responsável por gerenciar os recursos da empresa. Além disso, é ele quem mantém os investidores informados sobre o andamento das operações, e os asseguram de que haja capital suficiente para continuar fazendo a empresa crescer.


CTO  —  Chief Technology Officer: Algumas empresas adotam o papel de CIO (Chief Information Officer) para a mesma função, cujo objetivo é conduzir o uso da tecnologia para facilitar cada área do negócio. Seria um erro pensar que o papel de CTO existe apenas em empresas de tecnologia. Afinal, a transformação digital torna necessário que qualquer negócio se adapte aos avanços tecnológicos para criar processos e produtos melhores.


COO  —  Chief Operating Officer: Geralmente, o COO é considerado braço direito do CEO. O motivo é que ele é responsável por supervisionar toda a parte operacional do negócio com o objetivo de fazer com que a visão do CEO se concretize em todos os níveis. É preciso saber lidar com pessoas, já que o dia a dia do COO envolve a rotina diária do negócio.


CMO  —  Chief Marketing Officer: Como peça-chave para o sucesso de uma empresa, o marketing também requer uma visão estratégica apurada e grande alinhamento entre os profissionais de diferentes setores. É aí que entra o CMO, responsável por conduzir e supervisionar as ações de atração e fidelização de clientes. É muito provável que os planos do CEO e as ações do COO sejam diretamente ligadas ao que o CMO da empresa realiza.

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© 2019 por Eduardo Campelo